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Você Sabia

 Do ponto de vista nutricional, o sorvete é um alimento completo, pois contém proteínas, açúcares, gordura vegetal e/ou animal, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, K, cálcio, fósforo e outros minerais essenciais numa nutrição balanceada. É um complemento alimentar de alto valor nutritivo, sem ser excessivamente calórico. Comparativamente, vale dizer que 100g de sorvete de creme têm 208 calorias, enquanto a mesma quantidade de pão francês tem 269 e de ovo frito, 216. É claro que estes dados podem variar, dependendo da composição de cada sorvete, mas é certo que aqueles que têm como base o leite são uma fonte considerável de cálcio, mineral essencial para a saúde de dentes e ossos. Sem contar que são um alimento sempre bem aceito. Qual é a criança que recusa um sorvete?

 

 

 Sorvete, um nutritivo alimento...

 O hábito de consumo de sorvetes pelos brasileiros está mudando. Cada vez mais as pessoas estão freqüentando sorveterias durante o inverno para saborear um delicioso sorvete. Na Europa, por exemplo, onde o inverno é muito mais rigoroso, o sorvete é consumido durante o ano inteiro, há muitos anos.
Em países como o Canadá onde a temperatura média anual é muito mais baixa do que no Brasil, o consumo de sorvetes é de 28 litros per capita. Já no Brasil, o consumo de sorvetes é de 2 litros per capita, segundo a ABIS - Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes. Ações como a comemoração do Dia Nacional do Sorvete servem para que este volume aumente expressivamente, à medida em que uma nova cultura for se estabelecendo entre as pessoas – a de que sorvete não é guloseima, e sim alimento.
Hoje a busca por uma alimentação alternativa é sem dúvida uma realidade mundial, assim como a saúde e estética são preocupações que estão presentes na vida das pessoas. Esta tendência aliada às novas tecnologias de qualidade e sabor, possibilitam ao consumidor encontrar o sorvete de sua preferência e necessidade como diet (isentos de açúcares e gorduras), light (com redução de calorias) e até sorvetes de soja (sem colesterol e sem lactose). Com tantas opções, cada vez mais o sorvete faz parte de uma alimentação saudável. Os sorvetes são uma excelente fonte de energia. O fato de que seus constituintes são quase completamente assimilados pelo organismo, torna-o um alimento especialmente indicado para todas as idades.
A produção industrial no Brasil teve início em 1941. Paralelamente, desenvolveu-se a sorveteria artesanal, onde o leite já fazia parte como principal ingrediente, tanto que, atualmente, a maioria dos sorvetes é um produto lácteo, sendo reconhecido pelos nutricionistas como um alimento completo.
Fabricado à base de leite ou à base de frutas, o sorvete é um alimento rico em proteínas de primeira qualidade, lipídios altamente assimiláveis, sais minerais como o cálcio, fósforo, potássio, sódio, magnésio, ferro e vitaminas. São fontes de açúcar, como diversos outros produtos e, cada vez mais, as pessoas estão preocupadas com a saúde, buscando alimentos que trazem benefícios funcionais para o corpo.
Além de nos proporcionar diversos nutrientes e energia, o sorvete representa para o nosso país, uma fonte de emprego, pois temos no Brasil mais de 10.000 empresas e um faturamento de mais de 2 bilhões de reais/ano.

 

 

 

História do Sorvete 
  Você sabia que esta delícia existe há mais de 3000 anos?
A história começa com os chineses, que misturavam neve com frutas fazendo uma espécie de sorvete. Esta técnica foi passada aos árabes, que logo começaram a fazer caldas geladas chamadas de sharbet, e que mais tarde se transformaram nos famosos sorvetes franceses sem leite, os sorbets.  Nos banquetes de Alexandre, o Grande,  na Grécia, e nas famosas festas gastronômicas do imperador Nero, em Roma, os convidados já degustavam frutas e saladas geladas com neve. O Imperador mandava seus escravos buscarem neve nas montanhas para misturar com mel, polpa ou suco de frutas. O gelo era estocado em profundos poços construídos pelo povo.Porém, a grande revolução no mundo dos sorvetes aconteceu com  Marco Polo, que trouxe do Oriente para a Itália, em 1292, o segredo do preparo de sorvetes usando técnicas especiais. Assim a moda dos sorvetes espalhou-se por toda a Itália, e quando Catarina de Medici casou-se na França com o futuro  Henrique II, entre as novidades trazidas da Itália para o banquete de casamento, estavam as deliciosas sobremesas geladas, as quais, encantaram toda a corte. Mas o grande público francês só teve acesso a estas especialidades um século depois quando Francesco Procópio abriu um café, em Paris, que servia bebidas geladas e sorvete tipo sorbet. Os sorvetes se espalharam por toda a Europa e logo chegaram também aos Estados Unidos.  A primeira produção de sorvete em escala industrial ocorreu nos Estados Unidos, há 40 anos.  Hoje, no mundo todo, quem mais fabrica sorvete são os norte-americanos. No Brasil, o sorvete ficou conhecido em 1834, quando dois comerciantes cariocas compraram 217 toneladas de gelo, vindas em um navio norte-americano, e começaram a fabricar sorvetes com frutas brasileiras. Na época, não havia como conservar o sorvete gelado e, por isso, tinha que ser tomado logo após o seu preparo.  Um anúncio avisava a hora exata da fabricação. O primeiro anúncio apareceu em São Paulo, no dia 4 de janeiro de 1878, contendo a seguinte mensagem: "SORVETES - Todos os dias às 15 horas, na Rua Direita, nº 44".
 
 
 

.:: História do Sorvete no Brasil ::.

 

  Foram os cariocas os primeiros brasileiros a experimentar a delícia gelada que já fazia sucesso em boa parte do mundo. No dia 23 de agosto de 1834, Lourenço Fallas inaugurava na Corte dois estabelecimentos - um no Largo do Paço e outro na Rua do Ouvidor - especialmente destinados à venda de gelados e sorvetes. Para isso, importou de Boston (EUA), pelo navio americano Madagascar, 217 toneladas de gelo, que aqui foi conservado envolto em serragem e enterrado em grandes covas, mantendo-se por 4 a 5 meses. Não demorou muito para os sorvetes brasileiros ganharem um toque tropical, misturados a carambola, pitanga, jabuticaba, manga, caju e coco.

 

                                                        

 

Na época, não havia como conservar o sorvete gelado, por isso ele tinha que ser consumido logo após o preparo. Por isso, as sorveterias anunciavam a hora certa de tomá-lo.

Em São Paulo, a primeira notícia de sorvete que se tem registro é de um anúncio no jornal A Província de São Paulo, de 4 de janeiro de 1878, que dizia: "Sorvetes - todos os dias às 15 horas, na Rua direita nº 14".

No Brasil, antes do sorvete, as mulheres eram proibidas de entrar em bares, cafés, docerias, confeitarias... Para saboreá-lo, entretanto, a mulher praticou um de seus primeiros atos de rebeldia contra a estrutura social vigente, invadindo bares e confeitarias, lugares ocupados até então quase que exclusivamente pelos homens. Por isso, entre nós, o sorvete chegou a ser considerado o precursor do movimento de liberação feminina.

 

                                                            

 

A evolução do sorvete no país deu-se a passos curtos, de forma artesanal e com uma produção em pequena escala e em poucos locais. A distribuição em escala industrial no país só aconteceu a partir de julho de 1941 quando, nos galpões alugados da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, na cidade do Rio de Janeiro, foi fundada a U.S. Harkson do Brasil, a primeira indústria brasileira de sorvete. Contava com com 50 carrinhos, quatro conservadoras e sete funcionários. Seu primeiro lançamento, em 1942, foi o Eski-bon, seguido pelo Chicabon. Seus formatos e embalagens são revolucionários para a época. Dezoito anos mais tarde, a Harkson mudou seu nome para Kibon.

Desde então, a população foi se tornando cada vez mais adepta: dados da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (ABIS) apontam que cerca de 470 milhões de litros de sorvete foram sido produzidos no Brasil até o final de 2005. Mesmo assim, apesar do clima tropical tão propício ao consumo do sorvete, a taxa nacional per capita é de 3,5 litros/ano, baixo se comparado aos países nórdicos, de clima frio, onde se chupa sorvete o ano inteiro e o consumo gira em torno de 20 litros por pessoa.Para incentivar o consumo do sorvete no Brasil durante todo o ano, e não só no verão como é hábito no país, a ABIS instituiu, desde 2003, o dia 23 de setembro como o Dia nacional do Sorvete.